
Ontem, o LHC conseguiu a primeira simulação do "Big-Bang" e o mundo não acabou, como alguns catastrofistas paranóicos diziam.
E a boa notícia é que o Brasil deve entrar o consórcio do LHC e aproveitar os dados científicos que ele produz.
A um custo irrisório de US$ 10 milhões por ano, o Brasil entrará no rol dos países na vanguarda da física quântica, o que pode render inestimáveis conquistas tecnológicas no longo prazo, gerando produtos e riquezas que benficiarão a todos os brasileiros.
Mesmo assim, aposte o leitor: terá gente dizendo que esse dinheiro seria melhor aplicado no Bolsa-Familia...
Leia aqui, sobre o LHC e o Brasil.