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Durante a semana que passou, dirigentes rubro-negros fizeram de tudo para criar um clima de guerra para a partida final do campeonato paranaense.

Proibiram a Rádio Transamérica de transmitir o jogo, porque o locutor dela seria o mesmo que narrou a partida final da Série B do ano passado, quando o Coxa foi campeão.

Impediram os diretores da Federação Paranaense de Futebol de entrar no estádio com a taça, dizendo que ela não seria entregue lá.

Em cartas de torcedores de jornais, mais de um rubro-negro incitou a violência e ofendeu abertamente a instituição e os torcedores do Coritiba. Por serem sempre os mesmos, presume-se que fazem parte da folha de pagamento da Rua Buenos Aires.

Mas não adiantou. Até conseguiram reverter a vantagem do Coritiba, mas na hora de decidir, o Coxa foi mais forte e depois do gol do título, o time rubro-negro se acabou, perdeu o encanto, desapareceu de campo.

Enfim, o 33º título alvi-verde no Paraná foi coroado com a marca de todas as conquistas Coxa-Brancas, o sofrimento, a decisão na bacia das almas do desespero à alegria contagiante.

As 22 horas de ontem, no Alto da Glória, tinha mais gente esperando o Coxa levantar a taça do que havia no local do jogo, sem contar a IMENSA carreata entre o bairro da Água Verde e o Alto da Glória, que fez com que um trajeto de pouco menos de 5 km levasse 3 horas.